Monitoramento de produção industrial
Quanto a linha produziu, quanto parou e por quê — no mesmo dia, não no fechamento do mês. Apontamento sem papel, motivo de parada com nome, OEE calculado sozinho e relatório que fecha sem ninguém redigitar.
Quando medir produção deixa de ser opcional
O que não é medido no turno vira discussão no mês seguinte. E discussão sobre número que ninguém confia custa mais caro que o sistema.
- Ninguém sabe quanto a linha produziu até alguém fechar a planilha no fim do dia.
- A máquina parou, mas o motivo registrado é sempre “diversos”.
- A meta do turno é discutida de memória, porque o número chega tarde demais.
- O refugo só aparece no fechamento do mês, quando não dá mais para corrigir.
- Cada supervisor tem a sua planilha, e nenhuma bate com a do outro.
O que o sistema entrega
O escopo sai do seu processo: os motivos de parada, os produtos e os turnos são os seus, não os de um catálogo.
Apontamento sem papel
O operador registra na própria linha, ou a leitura vem direto da máquina. O que foi produzido chega ao sistema na hora, não no fim do dia.
Motivo de parada com nome
A lista de motivos é definida por você. Parada deixa de ser “diversos” e passa a ser a informação que orienta a manutenção.
OEE calculado sozinho
Disponibilidade, desempenho e qualidade a partir do que a linha registra — sem ninguém montar planilha para chegar ao número.
Meta do turno na tela
Quanto já saiu e quanto falta, visível na linha e no escritório, atualizando durante o turno — enquanto ainda dá para reagir.
Refugo e retrabalho
Quanto se perdeu, onde e por quê, separado por produto, turno e máquina. É o que transforma perda em causa identificada.
Fechamento automático
O relatório do turno e do mês sai do próprio registro. Ninguém redigita, e por isso ninguém discute de qual planilha veio o número.
Perguntas frequentes
- Preciso instalar um tablet em cada máquina?
- Não necessariamente. Onde a máquina já fala algum protocolo (Modbus, OPC-UA), a contagem vem dela e não precisa de ninguém apontando. Onde não fala, um ponto por linha costuma bastar — e pode ser um monitor simples ou o próprio celular do encarregado. O levantamento define isso antes de você comprar equipamento.
- Minhas máquinas são antigas. Ainda dá?
- Dá, e é o caso mais comum. Máquina antiga geralmente aceita um sensor simples de contagem ou um módulo de comunicação barato, sem mexer no comando dela. Quando nem isso é viável, o apontamento manual bem feito já resolve o essencial: você passa a ter o número no mesmo dia, e não no fim do mês.
- Isso é um MES?
- Faz parte do que um MES faz, sem o peso de um. MES de mercado costuma vir com módulo que você não vai usar, licença por posto e um projeto de implantação longo. Aqui a gente começa pelo que dói — normalmente apontamento e motivo de parada — e o resto entra quando a operação pedir.
- Os operadores vão realmente usar?
- Essa é a parte que mais derruba projeto assim, e por isso ela é tratada primeiro. Se o apontamento custar mais de alguns segundos, ele deixa de ser feito na semana seguinte. Desenhamos a tela com a lista de motivos que a sua fábrica de fato usa, em botões grandes, e sem exigir login demorado a cada registro.
- Em quanto tempo eu tenho um número confiável?
- Começamos por uma linha, não pela fábrica. As primeiras semanas servem para acertar a lista de motivos e validar a contagem contra o que a operação já sabe. Quando o número da tela bate com a realidade daquela linha, aí sim ele se estende para as outras.
- Vocês entendem de produção ou só de software?
- As duas coisas. Nosso time soma 25 anos de indústria, incluindo produção e processo e gestão de planta. Na prática, isso significa que a conversa sobre setup, refugo e meta de turno não precisa começar do zero — e que a gente consegue dizer quando um indicador vai gerar discussão em vez de decisão.
Vamos começar por uma linha?
Conte quantas máquinas são e o que hoje você só descobre no fim do mês. Em até um dia útil respondemos com um caminho.
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